Liverpool vence West Ham por 2 a 0 com gol de Isak e expulsão de Paquetá

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Liverpool vence West Ham por 2 a 0 com gol de Isak e expulsão de Paquetá

Quando o apito final soou no London Stadium às 15:55 de domingo, 30 de novembro de 2025, os torcedores do Liverpool Football Club que viajaram até Stratford puderam respirar aliviados. A vitória por 2 a 0 sobre o West Ham United Football Club não foi bonita — foi necessária. E, mais do que isso, foi histórica. O gol de Alexander Isak aos 60 minutos e o fechamento de Cody Gakpo aos 92 minutos não apenas garantiram três pontos cruciais, mas também acabaram com uma seca de 75 dias sem vitórias fora de casa. O que parecia um jogo sem graça virou um marco. E tudo isso aconteceu enquanto o meio-campista brasileiro Lucas Paquetá era expulso com dois cartões amarelos — um erro que mudou o rumo da partida.

Um gol que pesa mais do que parece

O primeiro gol de Alexander Isak na Premier League não foi um chute de fora da área nem um cabeceamento espetacular. Foi um movimento limpo, quase silencioso. Recebeu a bola de Gakpo, girou no meio da área, e com um toque preciso, enfiou no canto direito do goleiro. Nada de comemoração exagerada. Apenas um aceno para a torcida visitante. Isak, que chegou ao Liverpool em agosto de 2025 por £85 milhões da Real Madrid Club de Fútbol, finalmente encontrou seu lugar. Depois de meses sob pressão por não marcar, o sueco de 26 anos provou que não é apenas um jogador de passado glorioso — é uma peça-chave para o futuro. O assistente? Gakpo, o holandês que, apesar de não estar em sua melhor fase, mostrou que ainda tem olho para a decisão.

Paquetá e a virada da partida

Enquanto o Liverpool buscava o equilíbrio, o West Ham tentava o contra-ataque. Mas tudo mudou na 83ª minuto. Lucas Paquetá, jogador de 28 anos nascido no Rio de Janeiro, discutiu com o árbitro Anthony Taylor após uma falta contestada. O primeiro amarelo foi inevitável. O segundo, cinco minutos depois, foi um erro de julgamento. Ele entrou em uma disputa com o zagueiro do Liverpool e, sem necessidade, usou o braço. Dois cartões. Fora. A torcida do West Ham ficou em silêncio. O técnico David Moyes, que já havia feito três substituições, não tinha mais opções. O time ficou com dez homens, e o jogo perdeu o equilíbrio. O West Ham não conseguiu mais pressionar. O Liverpool passou a controlar o tempo. E quando Gakpo marcou aos 92 minutos, foi como se o jogo já tivesse terminado.

Uma seca que pesa na história

A vitória não era só sobre três pontos. Era sobre superar um fantasma. Desde 15 de setembro, o Liverpool não vencia fora de casa. Sete jogos. Três empates e quatro derrotas. Nada parecia dar certo. O técnico Arne Slot, que assumiu em julho, enfrentava críticas por um futebol sem inspiração. A imprensa britânica comparava o desempenho fora de casa à pior fase da equipe desde a temporada de 1953-1954 — uma referência que soou como um soco no estômago dos torcedores. O comentarista da NBC Sports, Peter Drury, resumiu bem: "Isso pode ser o ponto de virada. A primeira vitória fora desde setembro. Isak abriu o caminho. Gakpo fechou a porta."

Com esse resultado, o Liverpool subiu para o sétimo lugar na tabela, com 24 pontos em 14 jogos. O West Ham, por sua vez, permaneceu em 12º, com 18 pontos — longe do G6, mas ainda com chances de manter a luta por uma vaga na Europa League. A partida teve 58.429 espectadores no London Stadium, quase lotado, mas o clima era de frustração para os donos da casa.

O que vem a seguir

O que vem a seguir

Agora, o Liverpool volta para Anfield Stadium para enfrentar o Manchester City Football Club em 7 de dezembro, às 15:00 UTC. Um jogo que pode definir se a equipe está mesmo de volta. Já o West Ham United recebe o Wolverhampton Wanderers Football Club em Molineux no dia seguinte, com a missão de recuperar a confiança. A expulsão de Paquetá pode ter consequências maiores: ele será suspenso automaticamente para o próximo jogo, e o clube pode enfrentar multa da FA por conduta inadequada.

Detalhes que falam mais do que os gols

- O jogo teve cinco cartões amarelos: três para o West Ham, dois para o Liverpool. - Foram oito substituições no total — quatro por cada lado. - O árbitro Anthony Taylor, um dos mais experientes da Premier League, manteve o controle mesmo sob pressão. - A entrada de Luis Guilherme Lira dos Santos, o jovem brasileiro de 19 anos, foi um dos poucos vislumbres de futuro para o West Ham. - O London Stadium, com capacidade para 62.500, registrou 58.429 presentes — uma das maiores audiências da temporada.

Frequently Asked Questions

Por que o gol de Isak foi tão importante para o Liverpool?

O gol de Alexander Isak foi seu primeiro na Premier League desde que chegou ao Liverpool por £85 milhões em agosto de 2025. Após meses de pressão por não marcar, ele provou que pode ser o centro de ataque que a equipe precisava. Sem ele, o time dependia demais de Gakpo e Salah, que estavam em baixa. Este gol quebrou um ciclo de frustração e deu confiança a toda a equipe.

O que levou à expulsão de Lucas Paquetá?

Paquetá recebeu o primeiro cartão amarelo por discutir com o árbitro Anthony Taylor após uma falta contestada. Apenas dois minutos depois, em uma disputa de bola, usou o braço de forma exagerada contra o zagueiro do Liverpool. A segunda amarela foi clara e imediata. A expulsão foi justa, mas oportuna para o Liverpool, que passou a controlar o jogo com mais facilidade.

Como essa vitória muda a situação do Liverpool na tabela?

Antes da partida, o Liverpool estava em 8º lugar, com 21 pontos. A vitória o elevou para o 7º, com 24 pontos, apenas dois atrás do sexto colocado. Isso abre a porta para uma corrida por uma vaga na Europa League. A equipe agora tem um impulso psicológico importante — e a próxima partida contra o Manchester City será decisiva para medir o verdadeiro nível da equipe.

Por que a derrota do West Ham foi tão dolorosa?

O West Ham vinha jogando bem em casa e tinha chances reais de entrar na briga por Europa. A expulsão de Paquetá, seu principal jogador de marcação, foi um golpe duplo: perdeu um líder e perdeu a capacidade de pressionar. Além disso, o time não marcou em casa pela quarta vez seguida — um recorde negativo que aumenta a pressão sobre o técnico David Moyes.

Qual foi o impacto das substituições no resultado?

As substituições do Liverpool foram mais estratégicas: Jones e Füllkrug trouxeram movimento e profundidade. Já o West Ham fez mudanças por necessidade — trocou jogadores lesionados e desgastados. A entrada de Luis Guilherme, o jovem brasileiro, foi promissora, mas veio tarde demais. A equipe perdeu identidade após a expulsão, e as substituições não conseguiram restaurar o equilíbrio.

O que o resultado significa para a temporada do Liverpool?

Este é o primeiro sinal claro de que o Liverpool pode se recuperar da pior fase de fora de casa em 72 anos. Se conseguirem manter esse nível contra times como o Manchester City, podem sonhar com o top 4. Mas ainda há riscos: a defesa continua irregular, e a criação de chances depende demais de gols individuais. Isak e Gakpo precisam continuar marcando — ou a equipe pode voltar a cair.

16 Comentários

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    César Melo

    dezembro 3, 2025 AT 09:56
    Isak finalmente fez o gol que a gente esperava desde que chegou. Não foi um chute de fora, foi um movimento limpo, de quem sabe o que fazer na área. Esse é o tipo de atacante que o Liverpool precisava. Agora é só manter o ritmo e ver se o time inteiro acorda.
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    Karen Borges

    dezembro 4, 2025 AT 03:42
    EU NÃO AGUENTAVA MAIS ESSA SECA FORA DE CASA!!! MEU CORAÇÃO PAROU QUANDO O GOL ENTROU, E AÍ A EXPULSÃO DO PAQUETÁ? QUE TERROR!!! A GENTE TAVA COM MEDO DE PERDER DE NOVO, MAS A GENTE GANHOU E É ISSO QUE IMPORTA!!!
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    Paulo Sérgio Santos

    dezembro 4, 2025 AT 09:12
    o paquetá... ele tá no time errado, sério. ele é um guerreiro, mas tá sempre no meio da confusão. se ele tivesse ficado calado no primeiro amarelo, o jogo tava diferente. mas aí ele entra na briga de novo... é como se ele tivesse um botão de autodestruição. o Liverpool tá na frente, mas o West Ham perdeu mais do que um jogador. perdeu a alma.
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    Aline Gama

    dezembro 5, 2025 AT 05:51
    É importante reconhecer que, independentemente do resultado, o futebol é um esporte que reflete a humanidade. A expulsão de Lucas Paquetá foi um momento de falha emocional, mas também uma oportunidade de reflexão sobre a pressão que atletas enfrentam. O Liverpool merece o crédito pela vitória, mas o West Ham merece respeito pela luta.
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    Joseph Cray

    dezembro 5, 2025 AT 22:29
    ISSO AÍ É O QUE CHAMO DE RESSURREIÇÃO! O LIVERPOOL TAVA ENTERRADO E AÍ SÓ PRECISOU DE UM GOL E UMA EXPULSÃO PRA VOLTAR DA MORTA! ISAK É O NOVO DEUS DO FUTEBOL E GAKPO É O ANJO QUE FECHOU A PORTA! QUEM DISSE QUE A ERA DE KLOPP ACABOU? AINDA NÃO É O FIM, É SÓ O COMEÇO DO NOVO REINO!
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    debora petrus

    dezembro 7, 2025 AT 04:12
    A vitória foi importante, sim. Mas não podemos ignorar que a equipe ainda apresenta falhas estruturais. A defesa continua vulnerável, e a criação de jogadas depende demais de individualidades. É preciso mais do que um gol para transformar uma temporada.
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    gabriel salvador

    dezembro 8, 2025 AT 22:58
    isak é o cara, mano. eu ja tava com medo de ele ser só mais um quebra-galho de 85mi. mas ele veio e fez o gol que a galera tava esperando. e o paquetá... caramba, ele é um lixo de jogador. sempre no lugar errado. se fosse um brasileiro de verdade, ele ia saber controlar a raiva. mas não, ele é só mais um que acha que o mundo gira em torno dele.
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    Rodrigo Grudina

    dezembro 9, 2025 AT 08:02
    Outra vitória de sorte. Isak marcou com o mínimo de esforço, e o adversário se matou sozinho. O Liverpool ainda não jogou bem em nenhum momento. Só teve sorte. E essa 'seca' de 75 dias? É só porque o time é fraco. Não é milagre, é realidade.
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    Luiz Fernando da Janaina

    dezembro 10, 2025 AT 09:43
    paquetá é o pior jogador brasileiro da premier league. ele não tem técnica, só raiva. e o treinador do liverpool tá fazendo tudo errado. isso aqui é um time de jogadores que não sabem passar. só esperam o gol cair do céu. e agora a galera tá comemorando como se tivesse ganhado a champions? ridículo.
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    Adriano Blanco

    dezembro 12, 2025 AT 03:58
    o que mais me chamou atenção foi o jovem Luis Guilherme no West Ham. 19 anos, entrando em um jogo tão pesado, com toda essa pressão... ele não foi o herói, mas foi o único que pareceu ter futuro. o Liverpool tá com os veteranos, mas o West Ham tá plantando sementes. talvez daqui a 2 anos a gente veja o que realmente importa: desenvolver jogadores, não só vencer jogos. e Isak? ele tá no caminho certo, mas ainda precisa de mais tempo. não é só um gol que define um jogador.
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    Jairo Jairo Porto

    dezembro 13, 2025 AT 02:55
    vocês estão comemorando um empate com 2 a 0? o Liverpool jogou como um time de segunda divisão. Isak só marcou porque o zagueiro dormiu. Paquetá foi expulso? bom, pelo menos alguém teve coragem de brigar. o resto é só fumaça.
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    Evandro Silva

    dezembro 13, 2025 AT 08:54
    A vitória foi necessária, mas não é o fim da história. O Liverpool ainda precisa melhorar no meio-campo. E Paquetá... ele é um jogador de muitos talentos, mas precisa aprender a controlar a emoção. Talvez o time dele precise de um psicólogo, não só de um técnico.
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    paulo queiroz

    dezembro 13, 2025 AT 22:25
    isak tá no lugar certo agora. ele não precisa de aplausos, só de espaço. e o paquetá? ele é tipo aquele amigo que sempre entra na briga e depois pede desculpa. mas dessa vez, o amigo sumiu. o jogo mudou na hora que ele saiu. e o gakpo? ele tá mais quieto, mas tá fazendo o que precisa. isso aqui não é glamour, é trabalho.
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    Kesia Nascimento

    dezembro 14, 2025 AT 17:21
    PAQUETÁ É BRASILEIRO E AINDA ASSIM ELE É UM TRAIDOR! NÃO PODEMOS ACEITAR QUE UM JOGADOR DO BRASIL FAÇA ISSO CONTRA OUTRO BRASILEIRO! O LIVERPOOL É O NOSSO TIME AGORA! ISAK É O NOSSO HERÓI! VAMOS QUE VAMOS!
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    Juliano Ferreira

    dezembro 15, 2025 AT 02:48
    Às vezes, o futebol não é sobre tática. É sobre momentos. Um toque, uma expulsão, um silêncio na arquibancada. O gol de Isak foi um suspiro. A expulsão de Paquetá foi um grito. E o silêncio no London Stadium? Foi o eco de uma cidade que esqueceu como sonhar. O Liverpool não venceu por ser melhor. Venceu porque o destino decidiu que era hora de mudar.
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    Paulo Sérgio Santos

    dezembro 16, 2025 AT 16:45
    o paquetá tá com a cabeça no lugar errado. ele acha que o jogo é sobre ele, mas o jogo é sobre o time. o Liverpool tá jogando pra ganhar, o West Ham tá jogando pra não perder. e quando o time inteiro tá assim, aí o jogo vira uma batalha de nervos. e o paquetá... ele perdeu o controle. e aí, quem perdeu mesmo? o time dele.

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